sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

acreditei que na amizade encontraria o sabor mitico da correspondência absoluta, a felicidade sincrónica com o que o amor apenas brinca. mas também a amizade se mostrou vulnerável ao tédio e a decepção. tudo o que tocamos se desfaz. depois fica-nos o vicio da composição, do perfume intoxicante das coisas mortas.pode-se dormir no ombro de alguém uma vida inteira e morar noutros corpos que nunca se tocaram. irrita-me o facto de não te poder abraçar como quero, de não te poder dizer o que tenho para dizer. o sonho - foi sempre essa a maior das minhas experiências.amei com muito rigor! 

o amor é o desejo inrresistivel , de ser inrresistivelmente desejado.

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